domingo, 25 de abril de 2010

Cidade

Tantas coisas acontecendo
Uma voz que fala, a outra que grita
Uma noite sombria, uma brisa fria

E as pessoas se moviam,
e tudo se apressava...
Quando menos se espera
Em meio ao torpor da guerra...


Depois de tanta dor,
olha o pouco que resta
no fim desta festa.
com o pranto do amor
de quem não entende
toda essa violência

5 comentários:

V_ Leal disse...

Não entender é o melhor entendimento que se pode chegar!rs

Camila Paier disse...

A violência, tão grande e de tantas formas, é o que tem matado por dentro a cidadania!
Ótimo poema!
Beijoca

Nathalie disse...

Eu já desisti de entender.
Se pensarmos demais e capaz de enlouquecermos.

Gostei daqui! :)

=*

Helena W. Brandão disse...

Ainda não sei o que comentar sobre o poema. Porém acho que, muitas vezes, o que importa não é o que dizemos, mas o fato de estarmos ali, de sermos presentes. E no caso do seu blog, eu estou sempre aqui, mais até do que você!

;***

Mate seu professor comigo.com disse...

"...de quem não entende toda essa confusão;
a loucura que vale é a do amor
E se alguém chorar pelo sofrimento,
ainda resta o riso do amanhã."

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