quarta-feira, 28 de abril de 2010

Soneto da Transitoriedade

Ah! Quão doce é essa destruição
Que permeia toda minha existência!
É tão presente em meu coração
Como uma constante, extinguindo a inocência.

Mansa... Ela sorrateiramente aparece,
e se instala em um canto obscuro, desconhecido.
Cresce em silêncio, e quando um dia amanhece
Dilacera qualquer esperança de um sentido.

E no meio do meu pedaço amputado,
Estanco toda ferida causada,
Para reconciliar as partes perdidas

E renascer mais uma vez, renovado.
Aprender com essa transitoriedade, que é a vida
O sofrer, o amar, o doer, sem medidas.

3 comentários:

Anônimo disse...

Bridge.


O novo visual esta lindooo *-*
Agora virei aqui mais vezes!
parabéns pelo novo blog!

Daniel disse...

ficou biito o novo layout do brog

Anônimo disse...

Mudo o visu é? hudsahudsa preferia o antigo, esse teu poema ai nem parece de um lesko apaixonada, anda triste? bjosmeliga

by jonhy

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